Polícia investiga se morte de Camila foi crime passional
A polícia confirmou, às 22h45 de ontem, que o corpo encontrado numa estrada vicinal do sítio Ubaia, na zona rural de Cachoeirinha, a 174 quilômetros do Recife, é da estudante Camila Canuto, 20 anos, que desaparecera pela manhã, no município de Arapiraca (AL).
Filha do empresário Cícero Canuto, conhecido como Cícero da Pitu, a jovem saíra para trabalhar aproximadamente às 7h30. Como não chegou ao serviço, a família iniciou uma busca que resultou na localização do celular dela em Cachoeirinha, e, depois, do corpo, identificado pelo próprio pai, às 21h30, antes de ser encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) em Caruaru.
A Polícia Civil de Pernambuco trabalha com duas linhas de investigações. As hipóteses de latrocínio e crime passional estão sendo apuradas pela equipe da delegacia responsável pelo caso.
“Como o carro da jovem ainda não foi localizado, a hipótese de latrocínio não está descartada. Também recebemos a informação de que ela estava separada há poucos meses, o que nos leva a pensar na possibilidade de crime passional”, disse o comissário Júnior Lúcio de Oliveira.
Após o desaparecimento surgiram especulações de que Camila Canuto teria sido sequestrada, mas não havia pedido de resgate. Essa suspeita pode ter sido motivada por informações não confirmadas de que a jovem teria encerrado a última ligação atendida por celular afirmando que não poderia mais falar. Familiares insistiram nas ligações até que uma delas foi atendida por um mototaxista de nome não informado, que afirmou ter encontrado o celular na beira da BR423, que liga Cachoeirinha a Lajedo e Garanhuns, contou o comissário Júnior Lúcio de Oliveira. E acrescentou que o local onde foi encontrado o celular fica próximo da área da localização do corpo da jovem.
O corpo da estudante Camila Canuto foi encontrado por PMs. Segundo informações prestadas por familiares à polícia, estava com a mesma roupa do momento em que saiu de sua casa. Em princípio, a causa da morte é creditada a um tiro na cabeça. Não havia sinais de agressões ou de violência sexual, disse Junior Lúcio de Oliveira, salientando que a palavra final será do IML, que tem 30 dias para concluir o laudo. A divulgação da localização do corpo e, depois, da confirmação da identidade, chocou familiares.
O corpo será velado até às 14h na capela do cemitério Parque São Francisco, em Arapiraca, e seguirá para o cemitério Canafístula de Frei Damião, em Palmeira dos Índios, onde será enterrado.
Filha do empresário Cícero Canuto, conhecido como Cícero da Pitu, a jovem saíra para trabalhar aproximadamente às 7h30. Como não chegou ao serviço, a família iniciou uma busca que resultou na localização do celular dela em Cachoeirinha, e, depois, do corpo, identificado pelo próprio pai, às 21h30, antes de ser encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) em Caruaru.
A Polícia Civil de Pernambuco trabalha com duas linhas de investigações. As hipóteses de latrocínio e crime passional estão sendo apuradas pela equipe da delegacia responsável pelo caso.
“Como o carro da jovem ainda não foi localizado, a hipótese de latrocínio não está descartada. Também recebemos a informação de que ela estava separada há poucos meses, o que nos leva a pensar na possibilidade de crime passional”, disse o comissário Júnior Lúcio de Oliveira.
Após o desaparecimento surgiram especulações de que Camila Canuto teria sido sequestrada, mas não havia pedido de resgate. Essa suspeita pode ter sido motivada por informações não confirmadas de que a jovem teria encerrado a última ligação atendida por celular afirmando que não poderia mais falar. Familiares insistiram nas ligações até que uma delas foi atendida por um mototaxista de nome não informado, que afirmou ter encontrado o celular na beira da BR423, que liga Cachoeirinha a Lajedo e Garanhuns, contou o comissário Júnior Lúcio de Oliveira. E acrescentou que o local onde foi encontrado o celular fica próximo da área da localização do corpo da jovem.
O corpo da estudante Camila Canuto foi encontrado por PMs. Segundo informações prestadas por familiares à polícia, estava com a mesma roupa do momento em que saiu de sua casa. Em princípio, a causa da morte é creditada a um tiro na cabeça. Não havia sinais de agressões ou de violência sexual, disse Junior Lúcio de Oliveira, salientando que a palavra final será do IML, que tem 30 dias para concluir o laudo. A divulgação da localização do corpo e, depois, da confirmação da identidade, chocou familiares.
O corpo será velado até às 14h na capela do cemitério Parque São Francisco, em Arapiraca, e seguirá para o cemitério Canafístula de Frei Damião, em Palmeira dos Índios, onde será enterrado.
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