Justiça cumpre mandato de busca e apreensão na Assembleia Legislativa
Seis promotores acompanhados de oficiais de justiça e policiais militares cumpriram na tarde desta sexta-feira (01) um mandado de busca e apreensão expedido a pedido do Ministério Público Estadual (MPE).
A ação teve como objetivo procurar documentos e equipamentos que não foram entregues pela Assembleia ao MPE. Os alvos foram os gabinetes de alguns membros afastados da Mesa, como Fernando Toledo (presidente da ALE) e Marcelo Victor (2º secretário), e em setores como Recursos Humanos, Diretoria Financeira, Pagadoria e Setor de Licitações.
A promotoria de justiça encontrou gavetas derrubadas no chão da sala. A suspeita é de que documentos tenham sido levados e um dos computadores tenha sido formatado.
De acordo com o promotor Alfredo Gaspar de Mendonça, que participa do cumprimento do mandado, ainda não se pode afirmar ou concluir nada a respeito da operação. Mendonça estava acompanhado de outros promotores, Jorge Bezerra, Jamil Barbosa, Tácito Yuri, Givaldo Barros Lessa e Napoleão Amaral, frisou que só com a perícia técnica será possível ter qualquer inferência dos objetos encontrados.
Os promotores e oficiais de Justiça seguem na Assembleia Legislativa em busca de provas que comprovem um desvio milionário nos cofres do Poder Legislativo e denunciado ao Ministério Público pelo deputado João Henrique Caldas (Solidariedade).
A ação teve como objetivo procurar documentos e equipamentos que não foram entregues pela Assembleia ao MPE. Os alvos foram os gabinetes de alguns membros afastados da Mesa, como Fernando Toledo (presidente da ALE) e Marcelo Victor (2º secretário), e em setores como Recursos Humanos, Diretoria Financeira, Pagadoria e Setor de Licitações.
A promotoria de justiça encontrou gavetas derrubadas no chão da sala. A suspeita é de que documentos tenham sido levados e um dos computadores tenha sido formatado.
De acordo com o promotor Alfredo Gaspar de Mendonça, que participa do cumprimento do mandado, ainda não se pode afirmar ou concluir nada a respeito da operação. Mendonça estava acompanhado de outros promotores, Jorge Bezerra, Jamil Barbosa, Tácito Yuri, Givaldo Barros Lessa e Napoleão Amaral, frisou que só com a perícia técnica será possível ter qualquer inferência dos objetos encontrados.
Os promotores e oficiais de Justiça seguem na Assembleia Legislativa em busca de provas que comprovem um desvio milionário nos cofres do Poder Legislativo e denunciado ao Ministério Público pelo deputado João Henrique Caldas (Solidariedade).
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