PM que agrediu motorista será punido com prisão administrativa
O comandante-geral da PM, coronel Luis Castro, determinou na noite desta terça-feira a prisão administrativa do policial militar que agrediu um motorista de ônibus depois de ter sido fechado na esquina das ruas de Santana e Benedito Hipólito, no Centro do Rio, por volta das 16h30m. O nome do militar não foi revelado pela corporação.
O coletivo fazia a linha 345 (Praça Mauá/Barra da Tijuca), da Auto Viação Tijuca, e levava cerca de 50 passageiros, entre eles muitos professores municipais. Os docentes saíam da assembleia que aconteceu na manhã desta terça-feira, no Club Municipal, na Tijuca, e se dirigiam para a manifestação dos profissionais de Educação, na Candelária.
O motorista do coletivo, Gerson Rodrigo, de 28 anos, foi agredido pelo PM e teve sua camisa rasgada. Segundo testemunhas, o militar entrou no ônibus e pediu a carteira de habilitação do motorista e o documento do veículo depois de o microônibus da PM que dirigia ser fechado em uma manobra de trânsito. Como Gerson se recusou a entregar os documentos, o policial o puxou pelo pescoço com uma gravata.
- Ele não pode exigir esse documento de mim, sei dos meus direitos. Falei que não daria a carteira (de motorista) e ele me enforcou. Quero processar o estado por dano moral e constrangimento - disse o motorista.
Acompanhados do motorista, professores foram prestar depoimento a respeito do fato na 6ªDP (Cidade Nova). Durante a confusão, o celular do motorista e a chave do ônibus sumiram.
O coletivo fazia a linha 345 (Praça Mauá/Barra da Tijuca), da Auto Viação Tijuca, e levava cerca de 50 passageiros, entre eles muitos professores municipais. Os docentes saíam da assembleia que aconteceu na manhã desta terça-feira, no Club Municipal, na Tijuca, e se dirigiam para a manifestação dos profissionais de Educação, na Candelária.
O motorista do coletivo, Gerson Rodrigo, de 28 anos, foi agredido pelo PM e teve sua camisa rasgada. Segundo testemunhas, o militar entrou no ônibus e pediu a carteira de habilitação do motorista e o documento do veículo depois de o microônibus da PM que dirigia ser fechado em uma manobra de trânsito. Como Gerson se recusou a entregar os documentos, o policial o puxou pelo pescoço com uma gravata.
- Ele não pode exigir esse documento de mim, sei dos meus direitos. Falei que não daria a carteira (de motorista) e ele me enforcou. Quero processar o estado por dano moral e constrangimento - disse o motorista.
Acompanhados do motorista, professores foram prestar depoimento a respeito do fato na 6ªDP (Cidade Nova). Durante a confusão, o celular do motorista e a chave do ônibus sumiram.
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