Deputado Ricardo Nezinho critica burocracia no concurso da Policia Militar
O deputado estadual Ricardo Nezinho (PMDB) fez duras críticas ao processo burocrático adotado no concurso público que vai selecionar mil novos integrantes para a Polícia Militar de Alagoas. As críticas foram feitas durante a Sessão Ordinária da Assembleia Legislativa (ALE) na última quarta-feira, 09/10.
O deputado considerou como uma “pegadinha” as falhas burocráticas que prejudicaram 39 candidatos que não conseguiram acessar o site do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UNB), para autorizar a chamada investigação social dos candidatos.
Em seu pronunciamento, o parlamentar fez uma análise retrospectiva do concurso, que contou com mais de 35 mil inscritos.
“Após um longo processo de seleção, que durou mais de um ano. Ao chegar à fase final, os candidatos deveriam autorizar, utilizando o site do Cespe/UNB, em um prazo de dois dias, a investigação social, no entanto, 39 aprovados não conseguiram acessar o referido site, porque o mesmo apresentou problemas de congestionamento”, explicou Nezinho.
Os candidatos prejudicados tiveram um prazo de 15 dias para justificar a ausência da autorização e, paralelamente, parte deles ingressou na Justiça para garantir a vaga no concurso, mas nem todos obtiveram êxito.
“Não podemos admitir que em um estado que precisa tanto de novos policiais militares, na hora que o concurso será homologado, tantas pessoas sejam desclassificadas devido a uma ‘pegadinha’, a uma falha técnica, a burocracia e a insensibilidade da comissão organizadora do concurso, que se mostra desumana,” afirmou o deputado.
“Os candidatos não podem ser prejudicados por um problema técnico ocorrido no site da entidade organizadora do concurso. Acredito que a comissão organizadora precisa reavaliar esse posicionamento e reconsiderar a exclusão dos candidatos que foram prejudicados, pois além de injusta, a punição pode colocar em xeque a seriedade do processo”, concluiu Nezinho, que também solicitou ao presidente da Mesa Diretora da ALE, deputado Fernando Toledo (PSDB), que a Casa tente intermediar uma solução para resolver o impasse criado.
O deputado considerou como uma “pegadinha” as falhas burocráticas que prejudicaram 39 candidatos que não conseguiram acessar o site do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UNB), para autorizar a chamada investigação social dos candidatos.
Em seu pronunciamento, o parlamentar fez uma análise retrospectiva do concurso, que contou com mais de 35 mil inscritos.
“Após um longo processo de seleção, que durou mais de um ano. Ao chegar à fase final, os candidatos deveriam autorizar, utilizando o site do Cespe/UNB, em um prazo de dois dias, a investigação social, no entanto, 39 aprovados não conseguiram acessar o referido site, porque o mesmo apresentou problemas de congestionamento”, explicou Nezinho.
Os candidatos prejudicados tiveram um prazo de 15 dias para justificar a ausência da autorização e, paralelamente, parte deles ingressou na Justiça para garantir a vaga no concurso, mas nem todos obtiveram êxito.
“Não podemos admitir que em um estado que precisa tanto de novos policiais militares, na hora que o concurso será homologado, tantas pessoas sejam desclassificadas devido a uma ‘pegadinha’, a uma falha técnica, a burocracia e a insensibilidade da comissão organizadora do concurso, que se mostra desumana,” afirmou o deputado.
“Os candidatos não podem ser prejudicados por um problema técnico ocorrido no site da entidade organizadora do concurso. Acredito que a comissão organizadora precisa reavaliar esse posicionamento e reconsiderar a exclusão dos candidatos que foram prejudicados, pois além de injusta, a punição pode colocar em xeque a seriedade do processo”, concluiu Nezinho, que também solicitou ao presidente da Mesa Diretora da ALE, deputado Fernando Toledo (PSDB), que a Casa tente intermediar uma solução para resolver o impasse criado.
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