Policiais invadem a Câmara para forçar aprovação da PEC 300
Cerca de 300 policiais civis e militares, de diversas áreas do país, invadiram nesta terça-feira (20) a Câmara dos Deputados para reivindicar a aprovação da PEC 300, que trata da equiparação salarial de policiais e bombeiros militares ao salário dos profissionais do Distrito Federal. A confusão aumentou às 15h30, quando os policiais que ocupavam a Chapelaria do Congresso Nacional começaram a utilizar gás de pimenta contra os seguranças que tentavam detê-los. A ordem era para que a Polícia Legislativa não deixasse que esses policiais entrassem no prédio para se unir aos outros 300 que já estão dentro.
O presidente do Senado, Renan Calheiros, chegou a cancelar compromissos que tinha fora do Congresso para evitar o encontro com os policiais invasores e permanece, agora, sitiado na Casa. Entre as reivindicações dos policiais estão também a criação de uma polícia estadual única, desmilitarizada, e com direito a sindicalização e greve (hoje os bombeiros e policiais militares não podem fazer greve).
Além disso, eles estão reivindicando, segundo a agenda nacional, a criação de um plano de carreira nacional único; criação de uma lei complementar para aplicar penas mais duras para crimes contra trabalhadores da segurança pública; e estabelecimento de um fundo nacional de segurança pública, alimentado por verbas provenientes dos tributos municipais, estaduais e federal, a fim de pagar o piso de subsídio nacional.
O presidente do Senado, Renan Calheiros, chegou a cancelar compromissos que tinha fora do Congresso para evitar o encontro com os policiais invasores e permanece, agora, sitiado na Casa. Entre as reivindicações dos policiais estão também a criação de uma polícia estadual única, desmilitarizada, e com direito a sindicalização e greve (hoje os bombeiros e policiais militares não podem fazer greve).
Além disso, eles estão reivindicando, segundo a agenda nacional, a criação de um plano de carreira nacional único; criação de uma lei complementar para aplicar penas mais duras para crimes contra trabalhadores da segurança pública; e estabelecimento de um fundo nacional de segurança pública, alimentado por verbas provenientes dos tributos municipais, estaduais e federal, a fim de pagar o piso de subsídio nacional.
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