Dólar cai mais de 1% e volta a R$ 2,28
O dólar fechou em forte queda de mais de 1% nesta quinta-feira (8) ante o real, após o Banco Central atuar nos mercados quando a divisa americana já operava em queda devido ao maior apetite de investidores por risco diante da recuperação da balança comercial chinesa no mês passado.
Para especialistas, a autoridade monetária não quer a moeda americana acima de R$ 2,30 para não pressionar ainda mais a inflação.
O dólar recuou 1,17%, para R$ 2,2869 na venda, mas chegou a bater R$ 2,2745 reais na mínima do dia. O volume de negócios continuava reduzido, em linha com os últimos pregões, e ficou em torno de US$ 1,7 bilhão.
Já o dólar futuro para entrega em setembro caía 1,10%, para R$ 2,3005, às 17h03.
Nesta quinta-feira (8), o BC realizou leilão de swap cambial tradicional —equivalente à venda de dólares no mercado futuro. Da oferta de até 20 mil contratos, foram vendidos 12.700 papeis com vencimento em 1º de novembro de 2013 e 2 de dezembro de 2013. A data de início dos contratos é 9 de agosto e o volume financeiro foi o equivalente a US$ 630,9 milhões.
O BC fez o anúncio do leilão quando a moeda operava em queda de mais de 1%, seguindo a tendência nos mercados internacionais, aproveitando para ampliar o movimento de desvalorização depois de o dólar encerrar a véspera acima de R$ 2,31, pela primeira vez em mais de quatro anos.
As exportações chinesas cresceram 5,1% em julho ante o ano anterior, enquanto as importações foram ainda melhores, com salto de 10,9% na mesma comparação, mais de cinco vezes o que analistas esperavam.
Essa recuperação ofereceu esperanças de que a segunda maior economia do mundo possa estar se estabilizando, após desaceleração que levou o governo a agir para sustentar a atividade econômica.
Com isso, o apetite dos investidores por moedas de países emergentes e por ativos de risco aumentou nesta quinta-feira (8).
Segundo analistas, entretanto, o viés ainda é de alta, uma vez que os fatores que têm motivado a valorização do dólar ante o real continuam com pano de fundo, como a redução dos estímulos financeiros nos EUA.
Essa perspectiva tem assombrado os mercados desde maio, quando integrantes do Fed começaram a sinalizar que o programa de compra de ativos pode estar chegando ao fim. De lá para cá, a moeda americana acumulou alta de 14,3% ante o real.
Além disso, as incertezas diante da economia brasileira, que não tem mostrado recuperação consistente, tendem a afastar investimentos do país, pressionando para cima as cotações do dólar.
Para especialistas, a autoridade monetária não quer a moeda americana acima de R$ 2,30 para não pressionar ainda mais a inflação.
O dólar recuou 1,17%, para R$ 2,2869 na venda, mas chegou a bater R$ 2,2745 reais na mínima do dia. O volume de negócios continuava reduzido, em linha com os últimos pregões, e ficou em torno de US$ 1,7 bilhão.
Já o dólar futuro para entrega em setembro caía 1,10%, para R$ 2,3005, às 17h03.
Nesta quinta-feira (8), o BC realizou leilão de swap cambial tradicional —equivalente à venda de dólares no mercado futuro. Da oferta de até 20 mil contratos, foram vendidos 12.700 papeis com vencimento em 1º de novembro de 2013 e 2 de dezembro de 2013. A data de início dos contratos é 9 de agosto e o volume financeiro foi o equivalente a US$ 630,9 milhões.
O BC fez o anúncio do leilão quando a moeda operava em queda de mais de 1%, seguindo a tendência nos mercados internacionais, aproveitando para ampliar o movimento de desvalorização depois de o dólar encerrar a véspera acima de R$ 2,31, pela primeira vez em mais de quatro anos.
As exportações chinesas cresceram 5,1% em julho ante o ano anterior, enquanto as importações foram ainda melhores, com salto de 10,9% na mesma comparação, mais de cinco vezes o que analistas esperavam.
Essa recuperação ofereceu esperanças de que a segunda maior economia do mundo possa estar se estabilizando, após desaceleração que levou o governo a agir para sustentar a atividade econômica.
Com isso, o apetite dos investidores por moedas de países emergentes e por ativos de risco aumentou nesta quinta-feira (8).
Segundo analistas, entretanto, o viés ainda é de alta, uma vez que os fatores que têm motivado a valorização do dólar ante o real continuam com pano de fundo, como a redução dos estímulos financeiros nos EUA.
Essa perspectiva tem assombrado os mercados desde maio, quando integrantes do Fed começaram a sinalizar que o programa de compra de ativos pode estar chegando ao fim. De lá para cá, a moeda americana acumulou alta de 14,3% ante o real.
Além disso, as incertezas diante da economia brasileira, que não tem mostrado recuperação consistente, tendem a afastar investimentos do país, pressionando para cima as cotações do dólar.
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