Ufal abre muro para escoar águas do Sistema Penitenciário
Atendendo ao apelo do Sistema Penitenciário do Estado, a Universidade Federal de Alagoas autorizou a perfuração em dois locais do muro que separa os presídios da instituição. Com a medida, foi possível fazer o escoamento da água acumulada no canal hidrofluvial do complexo penitenciário, após as fortes chuvas desta quarta-feira, 3.
As fortes chuvas deixaram o presídios debaixo d’água. Presos e agentes penitenciários tiveram a rotina afetada por conta das áreas alagadas. Segundo informações, os módulos ficaram inundados.
De acordo com o pró-reitor de Gestão Institucional, Valmir Pedrosa, as modificações foram acompanhadas por professores e pela equipe técnica da universidade para que as águas não atingissem as instalações do Centro de Tecnologia (Ctec) e do Curso de Comunicação Social (COS). “A água está sendo desviada até o canal no ICHCA [Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes], onde há uma equipe da Sinfra [Superintendência de Infraestrutura] acompanhando o seu escoamento para o açude do Tabuleiro”, relatou Pedrosa.
Apesar do procedimento não representar perigo para as instalações da Ufal, as atividades foram suspensas nesta quarta-feira no Ctec e no COS como forma de evitar qualquer sensação de pânico entre professores e alunos.
A gerente do Núcleo de Obras e Infraestrutura da Superintendência Geral de Administração Penitenciária (SGAP), Mônica Albuquerque, relata que essa iniciativa é emergencial. “Os reeducandos estão sofrendo com as águas que invadiram as instalações de todo o presídio, que, no momento, atingem meio metro de altura”, disse.
As fortes chuvas deixaram o presídios debaixo d’água. Presos e agentes penitenciários tiveram a rotina afetada por conta das áreas alagadas. Segundo informações, os módulos ficaram inundados.
De acordo com o pró-reitor de Gestão Institucional, Valmir Pedrosa, as modificações foram acompanhadas por professores e pela equipe técnica da universidade para que as águas não atingissem as instalações do Centro de Tecnologia (Ctec) e do Curso de Comunicação Social (COS). “A água está sendo desviada até o canal no ICHCA [Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes], onde há uma equipe da Sinfra [Superintendência de Infraestrutura] acompanhando o seu escoamento para o açude do Tabuleiro”, relatou Pedrosa.
Apesar do procedimento não representar perigo para as instalações da Ufal, as atividades foram suspensas nesta quarta-feira no Ctec e no COS como forma de evitar qualquer sensação de pânico entre professores e alunos.
A gerente do Núcleo de Obras e Infraestrutura da Superintendência Geral de Administração Penitenciária (SGAP), Mônica Albuquerque, relata que essa iniciativa é emergencial. “Os reeducandos estão sofrendo com as águas que invadiram as instalações de todo o presídio, que, no momento, atingem meio metro de altura”, disse.
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