Exército suspende Constituição no Egito e derruba presidente
O chefe do Exército do Egito, o ministro da Defesa Abdul Fattah al-Sissi, anunciou nesta quarta-feira a queda do governo do presidente islamita Mohammed Morsi, afirmando que a Constituição de viés islâmico foi suspensa temporariamente e um governo tecnocrata será formado para administrar o país interinamente até a realização de novas eleições presidenciais. O gabinete será chefiado pelo chefe da Suprema Corte Constitucional, Adly Mansour, de 68 anos.
"O Exército vê que a população egípcia pede seu apoio, não assuma o poder ou governo, mas que sirva ao interesse público e proteja a revolução", afirmou o general em referência à deposição do presidente autocrata Hosni Mubarak após 18 dias de protestos de rua em 2011. "Essa é a mensagem que as Forças Armadas receberam de todas as esquinas do Egito."
Em pronunciamento na TV, Sissi afirmou que as decisões foram tomadas após encontros com vários representantes da sociedade civil e após Morsi ter resistido ao ultimato dado na segunda-feira que o conclamava a resolver a crise com a oposição.
"O discurso do presidente na noite de ontem (terça) foi contrário às aspirações e as demandas populacionais. Isso forçou as Forças Armadas a consultar algumas figuras nacionais - políticas, religiosas e a juventude -, e aqueles que compareceram a esses encontros concordaram com um plano político que construirá uma sociedade egípcia forte e unida."
"O Exército vê que a população egípcia pede seu apoio, não assuma o poder ou governo, mas que sirva ao interesse público e proteja a revolução", afirmou o general em referência à deposição do presidente autocrata Hosni Mubarak após 18 dias de protestos de rua em 2011. "Essa é a mensagem que as Forças Armadas receberam de todas as esquinas do Egito."
Em pronunciamento na TV, Sissi afirmou que as decisões foram tomadas após encontros com vários representantes da sociedade civil e após Morsi ter resistido ao ultimato dado na segunda-feira que o conclamava a resolver a crise com a oposição.
"O discurso do presidente na noite de ontem (terça) foi contrário às aspirações e as demandas populacionais. Isso forçou as Forças Armadas a consultar algumas figuras nacionais - políticas, religiosas e a juventude -, e aqueles que compareceram a esses encontros concordaram com um plano político que construirá uma sociedade egípcia forte e unida."
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