Manifestantes começam a deixar protesto no Congresso Nacional
Alguns manifestantes já estão deixando o protesto no Congresso Nacional. O trânsito na Esplanada de Ministérios está sendo liberado aos poucos. A manifestação começou, às 17 horas, no Museu da República e seguiu em direção à sede do Legislativo. Parte do grupo de manifestantes subiu na marquise do Congresso e também ocupou a rampa de acesso ao prédio.
As manifestação na capital federal ocorreu simultaneamente às de outras cidades do país, como em São Paulo, Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. Com o mote “Não são apenas 0,20 centavos”, além de se posicionar contra o preço do transporte público, os protestos criticam a condução da política brasileira, a corrupção, os gastos públicos com as obras para as copas das Confederações e do Mundo de 2014.
Organizado por meio das redes sociais, o protesto atraiu estudantes, como o universitário Israel Aires, 26 anos. Segundo ele, são estudantes de "várias tribos". Acompanhado dos amigos Felipe Lima, 21 anos, e Gabriel Henrique, estudante de ciências sociais, 18 anos, Israel condenou possíveis atos de vandalismo durante a manifestação. Segundo ele, "essas pessoas não têm nada a ver com o movimento".
Alguns manifestantes carregavam cartazes com as palavras "Mais Amor, por favor" para dizer que o movimento era pacífico. Israel contou que, nas redes sociais, os manifestantes eram orientados a evitar confronto com a polícia e vandalismo do patrimônio público. Era recomendado o uso de chapeús e máscaras cirúrgicas como forma de se proteger de bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta, em caso de confronto com a polícia.
O protesto foi apelidado de Marcha do Vinagre, em referência ao jornalista da revista Carta Capital, que foi detido em São Paulo, em protesto na semana passada, porque carregava um frasco de vinagre. O jornalista, assim como outros manifestantes, disse que levava vinagre para se proteger do gás lacrimogêneo.
As manifestação na capital federal ocorreu simultaneamente às de outras cidades do país, como em São Paulo, Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. Com o mote “Não são apenas 0,20 centavos”, além de se posicionar contra o preço do transporte público, os protestos criticam a condução da política brasileira, a corrupção, os gastos públicos com as obras para as copas das Confederações e do Mundo de 2014.
Organizado por meio das redes sociais, o protesto atraiu estudantes, como o universitário Israel Aires, 26 anos. Segundo ele, são estudantes de "várias tribos". Acompanhado dos amigos Felipe Lima, 21 anos, e Gabriel Henrique, estudante de ciências sociais, 18 anos, Israel condenou possíveis atos de vandalismo durante a manifestação. Segundo ele, "essas pessoas não têm nada a ver com o movimento".
Alguns manifestantes carregavam cartazes com as palavras "Mais Amor, por favor" para dizer que o movimento era pacífico. Israel contou que, nas redes sociais, os manifestantes eram orientados a evitar confronto com a polícia e vandalismo do patrimônio público. Era recomendado o uso de chapeús e máscaras cirúrgicas como forma de se proteger de bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta, em caso de confronto com a polícia.
O protesto foi apelidado de Marcha do Vinagre, em referência ao jornalista da revista Carta Capital, que foi detido em São Paulo, em protesto na semana passada, porque carregava um frasco de vinagre. O jornalista, assim como outros manifestantes, disse que levava vinagre para se proteger do gás lacrimogêneo.
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