Sesau notifica mais cinco casos suspeitos de Influenza H1N1 em Alagoas
Apesar de não ter nenhum caso confirmado da Influenza H1N1 este ano, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) contabiliza mais cinco casos suspeitos da doença. Até a semana passada, eram 18 casos notificados para investigação, mas o número saltou para 23, segundo dados da Diretoria Estadual de Vigilância Epidemiológica.
Com a conclusão de mais quatro exames realizados pelo Laboratório da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), sediado em São Paulo, já são 11 casos descartados. Mesmo sem nenhum confirmado para Influenza H1N1, a Sesau alerta os alagoanos para continuarem vigilantes quanto à prevenção, adotando medidas de higiene.
De acordo com a gerente do Núcleo de Doenças Imunopreviníveis da Sesau, Claudeane Nascimento, é necessário lavar as mãos várias vezes ao dia, utilizar álcool em gel, além de cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar. Também é importante evitar aglomerações, contato com pessoas doentes e tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.
Claudeane Nascimento ressalta ainda que a principal forma de prevenção da Influenza H1N1 é a vacinação. Para isso, em abril deste ano, a Sesau realizou a Campanha de Vacinação contra a Influenza 2013, em parceria com as Secretarias de Saúde dos 102 municípios.
“Por isso, todas as ações para prevenção da doença foram adotadas pela Sesau, que realizou e divulgou amplamente a Campanha de Vacinação, inclusive prorrogando-a. No entanto, o grupo preconizado que, por algum motivo, não pode se vacinar ainda pode se dirigir ao Crie [Centro de Imunobiológicos Especiais], situado no Hospital Escola Hélvio Auto ou aos postos de saúde municipais”, informa a gerente do Núcleo de Doenças Imunopreviníveis da Sesau.
Sintomas e tratamento
A gripe comum e a H1N1 são causadas por diferentes subtipos do vírus influenza e os sintomas são muito parecidos, podendo ser confundidos. No entanto, no caso da Influenza H1N1, de acordo com Claudeane Nascimento, há predominância de febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, nas articulações e coriza.
Ao sentir estes sintomas, explica a gerente do Núcleo de Doenças Imunopreviníveis da Sesau, é necessário procurar uma Unidade Básica de Saúde. Os técnicos municipais foram capacitados sobre a investigação do perfil epidemiológico das pessoas que apresentarem sintomas da Influenza H1N1, que deve ser combatido com o medicamento Fosfato de Oseltamivir, conhecido comercialmente como Tamiflu.
O medicamento, ressalta a técnica da Sesau, está disponível na Farmácia de Medicamentos Excepcionais (Farmex) e deve ser requisitado pelos gestores municipais, que foram comunicados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Sesau. Isso porque o Ministério da Saúde mantém um estoque estratégico do remédio e enviou aos estados 1.074.180 caixas na fórmula adulta (75mg) e 151.300 caixas na fórmula pediátrica.
Histórico
Dados da Sesau revelam que, em 2009, foram notificados 118 casos suspeitos de H1N1, sendo 41 confirmados, 63 descartados e 14 confirmados para Influenza Sazonal B. Em 2010, foram notificados 96 casos suspeitos, sendo 23 confirmados para Influenza H1N1, 66 descartados e sete confirmados para Influenza Sazonal B.
Em 2011, foram notificados 12 casos suspeitos e três evoluíram para óbito, mas todos foram descartados para H1N1. Já no ano passado, foram notificados 26 casos suspeitos, sendo que dois foram confirmados para Influenza A (H1N1) e evoluíram para óbito.
Com a conclusão de mais quatro exames realizados pelo Laboratório da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), sediado em São Paulo, já são 11 casos descartados. Mesmo sem nenhum confirmado para Influenza H1N1, a Sesau alerta os alagoanos para continuarem vigilantes quanto à prevenção, adotando medidas de higiene.
De acordo com a gerente do Núcleo de Doenças Imunopreviníveis da Sesau, Claudeane Nascimento, é necessário lavar as mãos várias vezes ao dia, utilizar álcool em gel, além de cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar. Também é importante evitar aglomerações, contato com pessoas doentes e tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.
Claudeane Nascimento ressalta ainda que a principal forma de prevenção da Influenza H1N1 é a vacinação. Para isso, em abril deste ano, a Sesau realizou a Campanha de Vacinação contra a Influenza 2013, em parceria com as Secretarias de Saúde dos 102 municípios.
“Por isso, todas as ações para prevenção da doença foram adotadas pela Sesau, que realizou e divulgou amplamente a Campanha de Vacinação, inclusive prorrogando-a. No entanto, o grupo preconizado que, por algum motivo, não pode se vacinar ainda pode se dirigir ao Crie [Centro de Imunobiológicos Especiais], situado no Hospital Escola Hélvio Auto ou aos postos de saúde municipais”, informa a gerente do Núcleo de Doenças Imunopreviníveis da Sesau.
Sintomas e tratamento
A gripe comum e a H1N1 são causadas por diferentes subtipos do vírus influenza e os sintomas são muito parecidos, podendo ser confundidos. No entanto, no caso da Influenza H1N1, de acordo com Claudeane Nascimento, há predominância de febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, nas articulações e coriza.
Ao sentir estes sintomas, explica a gerente do Núcleo de Doenças Imunopreviníveis da Sesau, é necessário procurar uma Unidade Básica de Saúde. Os técnicos municipais foram capacitados sobre a investigação do perfil epidemiológico das pessoas que apresentarem sintomas da Influenza H1N1, que deve ser combatido com o medicamento Fosfato de Oseltamivir, conhecido comercialmente como Tamiflu.
O medicamento, ressalta a técnica da Sesau, está disponível na Farmácia de Medicamentos Excepcionais (Farmex) e deve ser requisitado pelos gestores municipais, que foram comunicados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Sesau. Isso porque o Ministério da Saúde mantém um estoque estratégico do remédio e enviou aos estados 1.074.180 caixas na fórmula adulta (75mg) e 151.300 caixas na fórmula pediátrica.
Histórico
Dados da Sesau revelam que, em 2009, foram notificados 118 casos suspeitos de H1N1, sendo 41 confirmados, 63 descartados e 14 confirmados para Influenza Sazonal B. Em 2010, foram notificados 96 casos suspeitos, sendo 23 confirmados para Influenza H1N1, 66 descartados e sete confirmados para Influenza Sazonal B.
Em 2011, foram notificados 12 casos suspeitos e três evoluíram para óbito, mas todos foram descartados para H1N1. Já no ano passado, foram notificados 26 casos suspeitos, sendo que dois foram confirmados para Influenza A (H1N1) e evoluíram para óbito.
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