Núcleo industrial no sistema penitenciário de Alagoas
O Governo do Estado inaugura nesta segunda-feira (3) às 10h o Núcleo Industrial Bernardo Oiticica. Instalado no sistema prisional, em parceria com a iniciativa privada, o núcleo oferece oportunidades de ocupação e renda para os reeducandos do regime fechado, através de ações integradas das Secretarias de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande), da Defesa Social (Seds), do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq), da Educação e do Esporte (SEE) e da Superintendência Geral de Administração Penitenciária (Sgap).
No núcleo já funcionam três empresas – Pré-moldados Alagoas, Solidez e Bonsono. As empresas, que empregam 70 reeducandos, ocupam uma área que foi dividida em cinco lotes, num espaço equivalente a 260 mil m². Para que a instalação do núcleo industrial fosse possível, o Governo ofereceu incentivos fiscais e creditícios às empresas que funcionam no local.
Com essa parceria, a empresa também ganha ao absorver mão de obra do sistema penitenciário, pois não precisa pagar encargos trabalhistas, além de não fornecer transporte e alimentação aos reeducandos, uma vez que estes ainda estão em regime fechado, e o sistema penitenciário se responsabiliza por sua manutenção.
A iniciativa é considerada inovadora pelo fato de reeducandos do regime fechado serem os selecionados para trabalhar na indústria. Todos os convênios de trabalho realizados anteriormente entre a Sgap e empresas e instituições – Casal, Ufal, Correios, Pratense Química e DER – só contemplaram reeducandos dos regimes aberto e semiaberto.
Todos os custodiados selecionados para o serviço passaram por triagem feita por uma comissão multidisciplinar do Núcleo Ressocializador da Capital (NRC). Os reeducandos escolhidos receberam capacitação e Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Eles vão receber salário mínimo e benefício de redução da pena pela contagem dos dias trabalhados.
Núcleo Ressocializador da Capital
O antigo presídio Rubens Quintella passou a se chamar Núcleo Ressocializador da Capital, após passar por reformas realizadas com mão de obra carcerária. Reinaugurada no dia 4 de agosto de 2012, a unidade passou a adotar a metodologia baseada nos Módulos de Respeito.
A abertura do Núcleo foi inspirada em experiências desenvolvidas na cidade de Leon, na Espanha, e que foram trazidas para o Brasil inicialmente pelo estado de Goiás. Segundo a metodologia do Módulo de Respeito, a convivência na unidade deve ter como bases o diálogo, a transparência e a honradez. O objetivo principal dessa iniciativa é criar oportunidades para que o interno que se dispõe a dar um novo rumo a sua vida tenha meios de conquistar a ressocialização.
No núcleo já funcionam três empresas – Pré-moldados Alagoas, Solidez e Bonsono. As empresas, que empregam 70 reeducandos, ocupam uma área que foi dividida em cinco lotes, num espaço equivalente a 260 mil m². Para que a instalação do núcleo industrial fosse possível, o Governo ofereceu incentivos fiscais e creditícios às empresas que funcionam no local.
Com essa parceria, a empresa também ganha ao absorver mão de obra do sistema penitenciário, pois não precisa pagar encargos trabalhistas, além de não fornecer transporte e alimentação aos reeducandos, uma vez que estes ainda estão em regime fechado, e o sistema penitenciário se responsabiliza por sua manutenção.
A iniciativa é considerada inovadora pelo fato de reeducandos do regime fechado serem os selecionados para trabalhar na indústria. Todos os convênios de trabalho realizados anteriormente entre a Sgap e empresas e instituições – Casal, Ufal, Correios, Pratense Química e DER – só contemplaram reeducandos dos regimes aberto e semiaberto.
Todos os custodiados selecionados para o serviço passaram por triagem feita por uma comissão multidisciplinar do Núcleo Ressocializador da Capital (NRC). Os reeducandos escolhidos receberam capacitação e Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Eles vão receber salário mínimo e benefício de redução da pena pela contagem dos dias trabalhados.
Núcleo Ressocializador da Capital
O antigo presídio Rubens Quintella passou a se chamar Núcleo Ressocializador da Capital, após passar por reformas realizadas com mão de obra carcerária. Reinaugurada no dia 4 de agosto de 2012, a unidade passou a adotar a metodologia baseada nos Módulos de Respeito.
A abertura do Núcleo foi inspirada em experiências desenvolvidas na cidade de Leon, na Espanha, e que foram trazidas para o Brasil inicialmente pelo estado de Goiás. Segundo a metodologia do Módulo de Respeito, a convivência na unidade deve ter como bases o diálogo, a transparência e a honradez. O objetivo principal dessa iniciativa é criar oportunidades para que o interno que se dispõe a dar um novo rumo a sua vida tenha meios de conquistar a ressocialização.
Últimas Notícias
Política
Detran Alagoas é o primeiro do Brasil a ofertar carros automáticos gratuitos para exames práticos
Brasil / Mundo
Jornalista da Globo é atacado por pitbull sem guia
Política em Pauta
Projeto de Lei exige autorização dos pais para transporte de menores em aplicativos e táxis, em Maceió
Cidades
Delegado fala sobre casos de roubos de carros de luxo em Alagoas
Cidades
Mulher pula de motocicleta ao perceber que seria estuprada, em Carneiros
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Grupo Coringa monta tradicional barraca no Partage Arapiraca
TV JÁ É
Inauguração do Restaurante Popular
TV JÁ É

