Na presidência, Renan Calheiros ignora polêmicas
Depois de se ver alvo de uma série de protestos, no início pedindo a sua saída do comando do Senado e, ainda, a cassação de seu mandato de senador, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL) teve ontem um dia de presidente da República. Renan assumiu interinamente o governo federal em um momento em que seu partido, o PMDB, vive um clima de acirramento de ânimos com o Palácio do Planalto, muito por conta da montagem de palanques estaduais em 2014 e da postura de enfrentamento adotada pela sigla em votações no Congresso, como foi o caso da medida provisória dos Portos.
Grande parte do partido apoia a CPI da Petrobras. Além disso, o líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), comprou uma nova briga com o governo ao incluir uma emenda que desagravada o Planalto na tramitação do projeto de lei que renegocia a dívida dos estados. Na noite de terça, na residência oficial do vice-presidente Michel Temer, o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), lembrou sua proximidade com o tucano Aécio Neves (MG) ao reclamar do provável palanque duplo de Dilma Rousseff no Rio de Janeiro.
Alheio à turbulência política entre a legenda e o Planalto, Renan chegou ao gabinete presidencial na tarde de ontem e limitou seu expediente de mandatário a despachos e visitas de aliados. Em pouco mais de duas horas, recebeu os senadores Gim Argello (PTB-DF), José Sarney (PMDB-AP), Zezé Perrela (PDT-MG) e Paulo Paim (PT-RS), além do ex-senador Wilson Santiago e do governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho. Depois de despachar com as ministras da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e da Comunicação, Helena Chagas, fez questão de descer ao comitê de imprensa para cumprimentar jornalistas e posar para fotos.
Grande parte do partido apoia a CPI da Petrobras. Além disso, o líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), comprou uma nova briga com o governo ao incluir uma emenda que desagravada o Planalto na tramitação do projeto de lei que renegocia a dívida dos estados. Na noite de terça, na residência oficial do vice-presidente Michel Temer, o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), lembrou sua proximidade com o tucano Aécio Neves (MG) ao reclamar do provável palanque duplo de Dilma Rousseff no Rio de Janeiro.
Alheio à turbulência política entre a legenda e o Planalto, Renan chegou ao gabinete presidencial na tarde de ontem e limitou seu expediente de mandatário a despachos e visitas de aliados. Em pouco mais de duas horas, recebeu os senadores Gim Argello (PTB-DF), José Sarney (PMDB-AP), Zezé Perrela (PDT-MG) e Paulo Paim (PT-RS), além do ex-senador Wilson Santiago e do governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho. Depois de despachar com as ministras da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e da Comunicação, Helena Chagas, fez questão de descer ao comitê de imprensa para cumprimentar jornalistas e posar para fotos.
Últimas Notícias
Meio ambiente
Feriado com tempo instável em Alagoas: litoral terá chuvas rápidas, aponta Semarh
Política em Pauta
Inovação da Prefeitura de Penedo criada pela SEMFAZ será apresentada em evento nacional
Política em Pauta
Prefeita de Cajueiro, Lucila Toledo, deve devolver mais de R$ 1,5 milhão aos cofres públicos
Cidades
Jota.pê, do projeto Dominguinho, realiza apresentação em Penedo no dia 10 de maio
Política em Pauta
Ex-prefeito de Maceió levanta suspeitas sobre custos do Renasce Salgadinho e cobra fiscalização do MPE da Câmara de Maceió
Vídeos mais vistos
OPORTUNIDADE
Novo residencial a preço acessível é lançado em Arapiraca
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca
TV JÁ É
Assinatura de Ordem de Serviço Vale do Perucaba
TV JÁ É

