Codevasf sinaliza parceria com Ufal para projetos técnico-científicos
Realização de eventos, cessão de equipamentos e de espaços físicos são três dos principais pontos da parceria que está sendo formatada entre a Companhia do Desenvolvimento dos Vales do São Francisco (Codevasf) e do Parnaíba com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal).
O superintendente regional da Codevasf em Alagoas, Ricardo Lisboa, discutiu com diretores e coordenadores do campus de Arapiraca e da unidade de Penedo da Universidade Federal de Alagoas um acordo de cooperação entre as duas instituições. Por meio dele, uma série de ações será realizada e trará benefícios para os alunos e para a sociedade em geral.
“Pretendemos ampliar também as pesquisas por meio das parcerias técnico-cientificas que serão de extrema relevância para a nossa sociedade”, afirmou Ricardo Lisboa. “Como o nosso foco é sempre voltado para o desenvolvimento regional, a Ufal é uma parceira muito importante nesse processo. E ainda mais quando se trata dos polos Arapiraca e Penedo”, explicou Ricardo Lisboa.
Arthur Lira
A piscicultura em Alagoas foi uma das áreas mais beneficiadas pelos investimentos em infraestrutura e equipamentos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), inclusive com suporte logístico para as equipes da Codevasf com aquisição de uma van.
“Temos defendido uma atenção especial à piscicultura quando conversamos com o ministro Rogério Marinho. Sabemos que os ribeirinhos do São Francisco tem uma tradição econômica que precisa ser valorizada e até recuperada, diante de anos de grande sofrimento para eles”. O próprio ministro, quando esteve conosco mês passado, foi sensível aos nossos apelos pela recuperação do Velho Chico.
Piscicultura
Um dos exemplos do trabalho da Codevasf na área da piscicultura é do salvamento de espécies como o pirá, peixe-símbolo do “Velho Chico” e considerado em extinção, que já voltou a ser encontrado adulto no Baixo São Francisco, entre os estados de Sergipe e Alagoas.
O reaparecimento se deu cerca de um ano após a soltura de peixes juvenis no rio. “A reprodução do Pirá na região tem ocorrido apenas artificialmente. O risco de extinção permanece. Mas o fato de terem aparecido na pesca denota que os exemplares soltos no rio encontraram condições satisfatórias para se desenvolverem”, explica o engenheiro de pesca Albert Rosa, analista da Codevasf.

O superintendente regional da Codevasf em Alagoas, Ricardo Lisboa, discutiu com diretores e coordenadores do campus de Arapiraca e da unidade de Penedo da Universidade Federal de Alagoas um acordo de cooperação entre as duas instituições. Por meio dele, uma série de ações será realizada e trará benefícios para os alunos e para a sociedade em geral.
“Pretendemos ampliar também as pesquisas por meio das parcerias técnico-cientificas que serão de extrema relevância para a nossa sociedade”, afirmou Ricardo Lisboa. “Como o nosso foco é sempre voltado para o desenvolvimento regional, a Ufal é uma parceira muito importante nesse processo. E ainda mais quando se trata dos polos Arapiraca e Penedo”, explicou Ricardo Lisboa.
Arthur Lira
A piscicultura em Alagoas foi uma das áreas mais beneficiadas pelos investimentos em infraestrutura e equipamentos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), inclusive com suporte logístico para as equipes da Codevasf com aquisição de uma van.
“Temos defendido uma atenção especial à piscicultura quando conversamos com o ministro Rogério Marinho. Sabemos que os ribeirinhos do São Francisco tem uma tradição econômica que precisa ser valorizada e até recuperada, diante de anos de grande sofrimento para eles”. O próprio ministro, quando esteve conosco mês passado, foi sensível aos nossos apelos pela recuperação do Velho Chico.
Piscicultura
Um dos exemplos do trabalho da Codevasf na área da piscicultura é do salvamento de espécies como o pirá, peixe-símbolo do “Velho Chico” e considerado em extinção, que já voltou a ser encontrado adulto no Baixo São Francisco, entre os estados de Sergipe e Alagoas.
O reaparecimento se deu cerca de um ano após a soltura de peixes juvenis no rio. “A reprodução do Pirá na região tem ocorrido apenas artificialmente. O risco de extinção permanece. Mas o fato de terem aparecido na pesca denota que os exemplares soltos no rio encontraram condições satisfatórias para se desenvolverem”, explica o engenheiro de pesca Albert Rosa, analista da Codevasf.

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