Interdição ética: Hospital Afra Barbosa pode fechar as portas até o dia 13 de março
De acordo com o presidente do Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal), o Memorial Djacy Barbosa, conhecido como Hospital Afra Barbosa, já deveria ter cumprido uma ordem de interdição ética que passou a ter validade desde o dia 1º de março.
Segundo Fernando Pedrosa, presidente do Cremal, o hospital está funcionando sem as normas de funcionamento hospitalar e até o dia 13 de março todos os pacientes do local devem ser transferidos para outra unidade médica. Apesar da determinação, a direção do hospital está tentando aumentar a quantidade de pacientes no local, para no dia 13 alegar que há como realocar os doentes.
A interdição ética do local cumpro uma resolução do Conselho Regional de Medicina, número 447, de 30 de janeiro de 2020, após uma vistoria realizada no hospital no dia 21 de novembro de 2019, onde foi comprovada a falta de requisitos mínimos para o atendimento de pacientes no prédio. Que possui respiradores insuficientes na Unidade de Terapia Intensiva e para pacientes de hemodiálise, também foi notada a falta de acessibilidade e elevador sem capacidade para transportar pacientes deitados em macas. A quantidade de profissionais de saúde é inferior ao necessário e o Cremal ainda recebeu denúncias de que há dias sem plantonistas para atender no hospital.
De acordo com o setor jurídico, o hospital está fazendo as adequações necessárias e solicitou uma nova vistoria no local, que pode reverter o quadro de interdição ética. O jurídico do hospital entrou com uma ação e o juiz Raul Cabus, que estava de plantão no dia 29 de fevereiro, entendeu que a nova vistoria pode reverter a decisão negativa do Cremal, em um prazo de 30 dias.
Segundo Fernando Pedrosa, presidente do Cremal, o hospital está funcionando sem as normas de funcionamento hospitalar e até o dia 13 de março todos os pacientes do local devem ser transferidos para outra unidade médica. Apesar da determinação, a direção do hospital está tentando aumentar a quantidade de pacientes no local, para no dia 13 alegar que há como realocar os doentes.
A interdição ética do local cumpro uma resolução do Conselho Regional de Medicina, número 447, de 30 de janeiro de 2020, após uma vistoria realizada no hospital no dia 21 de novembro de 2019, onde foi comprovada a falta de requisitos mínimos para o atendimento de pacientes no prédio. Que possui respiradores insuficientes na Unidade de Terapia Intensiva e para pacientes de hemodiálise, também foi notada a falta de acessibilidade e elevador sem capacidade para transportar pacientes deitados em macas. A quantidade de profissionais de saúde é inferior ao necessário e o Cremal ainda recebeu denúncias de que há dias sem plantonistas para atender no hospital.
De acordo com o setor jurídico, o hospital está fazendo as adequações necessárias e solicitou uma nova vistoria no local, que pode reverter o quadro de interdição ética. O jurídico do hospital entrou com uma ação e o juiz Raul Cabus, que estava de plantão no dia 29 de fevereiro, entendeu que a nova vistoria pode reverter a decisão negativa do Cremal, em um prazo de 30 dias.
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