MPF recomenda que Ufal adote providências para correta aplicação da Lei de Cotas
O Ministério Público Federal em Alagoas (MPF/AL) recomendou que a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) adote providências para assegurar o percentual garantido pela Lei 12.990/2014. A recomendação aconteceu após alegações de que a Lei de Cotas tem sido aplicada de forma equivocada na Ufal.
Representantes da Ufal e do Instituto Negro de Alagoas (Ineg/AL) estiveram reunidos, na manhã desta segunda-feira (26), na sede do MPF/AL, em Maceió, para tratar do assunto.
Durante o encontro, o coordenador do Ineg/AL, Jeferson Santos, destacou que a instituição tem publicado editais cujas vagas são objeto de divisões administrativamente estabelecidas, ocasionando perdas no número de vagas reservadas para cotas.
Já o representante da Ufal, João Paulo Almeida, manifestou-se sobre os últimos editais publicados, salientando que a universidade vem adotando medidas para garantir a aplicação da reserva legal para negros e pessoas com deficiência nos concursos e processos seletivos. Além disso, informou que a Ufal instituiu um Grupo de Trabalho com o intuito de aprofundar os estudos em relação às formas de aplicação das cotas, visando aperfeiçoar seus critérios para melhor atender à legislação.
Para a representante do MPF, é essencial que iniciativas em relação à temática das cotas na universidade aconteçam. "É de grande importância trazer esse assunto para debate, pois precisamos cada vez mais garantir igualdade de oportunidades para os negros na universidade, buscando um aperfeiçoamento dessas políticas. Só assim conseguiremos construir um país mais igualitário, plural e democrático", comentou Niedja Kaspary.
Na reunião, o MPF expediu recomendação para que a universidade adote providências garantindo que, nas próximas seleções de graduação, pós-graduação e concursos públicos, o edital contenha cláusula que assegure o percentual estabelecido por lei para reserva de vagas aos negros, incidindo sobre o total das vagas ofertadas para o mesmo cargo.
O documento recomenda que os próximos editais anunciem o quantitativo total de vagas para cada cargo, apontando, necessariamente, quantas delas serão destinadas à ampla concorrência e quantas serão reservadas às cotas.
A recomendação faz parte da instrução do Inquérito Civil nº 1.11.000.000775/2019-64, instaurado em razão de representação levada a efeito pelo Ineg/AL acerca da aplicação da Lei nº 12.990 de Junho de 2014, que pressupõe a reserva de vagas para negros em concursos da administração pública federal, por parte da Universidade Federal de Alagoas.
A Instituição deve informar ao MPF, no prazo de 10 dias, se cumprirá o recomendado pelo órgão, bem como indicar de que forma se dará a execução das medidas.
Representantes da Ufal e do Instituto Negro de Alagoas (Ineg/AL) estiveram reunidos, na manhã desta segunda-feira (26), na sede do MPF/AL, em Maceió, para tratar do assunto.
Durante o encontro, o coordenador do Ineg/AL, Jeferson Santos, destacou que a instituição tem publicado editais cujas vagas são objeto de divisões administrativamente estabelecidas, ocasionando perdas no número de vagas reservadas para cotas.
Já o representante da Ufal, João Paulo Almeida, manifestou-se sobre os últimos editais publicados, salientando que a universidade vem adotando medidas para garantir a aplicação da reserva legal para negros e pessoas com deficiência nos concursos e processos seletivos. Além disso, informou que a Ufal instituiu um Grupo de Trabalho com o intuito de aprofundar os estudos em relação às formas de aplicação das cotas, visando aperfeiçoar seus critérios para melhor atender à legislação.
Para a representante do MPF, é essencial que iniciativas em relação à temática das cotas na universidade aconteçam. "É de grande importância trazer esse assunto para debate, pois precisamos cada vez mais garantir igualdade de oportunidades para os negros na universidade, buscando um aperfeiçoamento dessas políticas. Só assim conseguiremos construir um país mais igualitário, plural e democrático", comentou Niedja Kaspary.
Na reunião, o MPF expediu recomendação para que a universidade adote providências garantindo que, nas próximas seleções de graduação, pós-graduação e concursos públicos, o edital contenha cláusula que assegure o percentual estabelecido por lei para reserva de vagas aos negros, incidindo sobre o total das vagas ofertadas para o mesmo cargo.
O documento recomenda que os próximos editais anunciem o quantitativo total de vagas para cada cargo, apontando, necessariamente, quantas delas serão destinadas à ampla concorrência e quantas serão reservadas às cotas.
A recomendação faz parte da instrução do Inquérito Civil nº 1.11.000.000775/2019-64, instaurado em razão de representação levada a efeito pelo Ineg/AL acerca da aplicação da Lei nº 12.990 de Junho de 2014, que pressupõe a reserva de vagas para negros em concursos da administração pública federal, por parte da Universidade Federal de Alagoas.
A Instituição deve informar ao MPF, no prazo de 10 dias, se cumprirá o recomendado pelo órgão, bem como indicar de que forma se dará a execução das medidas.
Últimas Notícias
Esporte
CBF sorteia confrontos da quinta fase da Copa do Brasil
Arapiraca
Idoso morre após quase 15 dias internado vítima de acidente em cacimba na zona rural de Arapiraca
Polícia
PMAL apreende drogas e arma de fogo durante abordagens no interior
Brasil / Mundo
Jovem de 24 anos é vítima de feminicídio em Bragança Paulista
Brasil / Mundo
Avião militar cai na Colômbia com mais de 120 soldados a bordo
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Campanha 'Eu sou queridinho'
TV JÁ É
Delegado detalha prisão de autor de homicídio no Bosque das Arapiracas
TV JÁ É
Prefeitura de Arapiraca firma parceria com Hospital Ágape
TV JÁ É

