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Política

Publicado Quarta-Feira, 05/12/2018 16:56 | Atualizado Quarta-Feira, 05/12/2018 17:00

Por: Redação com Gazetaweb.com

Taxa de desocupados em Alagoas praticamente dobrou em três anos, revela IBGE

Índice do Estado passou de 9,6% para 17,2% entre 2014 e 2017, atingindo 197 mil trabalhadores

Foto por: Divulgação

O Nordeste tem o maior índice de desemprego

A taxa de desocupação em Alagoas quase dobrou em três anos, saindo de 9,6% em 2014, para 17,2% em 2017, segundo a Síntese de Indicadores Sociais divulgada nesta quarta-feira (05), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É o maior percentual entre as unidades da Federação, à frente do Amapá - que saltou de 12,5% em 2014, para 17,1% no ano passado -, e Pernambuco, que avançou de 8,1% para 16,9% no mesmo período.

De acordo com o IBGE, que tomou como base os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, a taxa de desocupação em Alagoas é maior do que a média nacional, que saiu de 6,9%, subiu para 12,5% entre 2014 e 2017. Em números absolutos, o Estado tinha no ano passado 197 mil desocupados.

Segundo o levantamento, todas as regiões do País registraram crescimento da taxa de desocupação nesse período. O Nordeste, onde a taxa passou de 8,5% para 14,7%, foi a região com o maior índice de desemprego, seguido do Sudeste (que passou de de 7,0% para 13,3%), Norte (de 7,5% para 11,9%), Centro-Oeste (de 6,0% para 10,5%) e Sul (de 4,3% para 8,3%).

Em Alagoas, a elevação da desocupação foi observada em todos os grupos etários. Entre as pessoas com idade entre 14 e 29 anos, a taxa de desocupação, que era de 17,5% em 2014, passou para 28,8% no ano passado - uma variação de 11,3 pontos percentuais.

Na faixa etária entre 30 e 49 anos de idade, a taxa de desocupação em Alagoas saltou de 6,9% em 2014, para 13,8% no ano passado. Já na faixa etária de 50 anos de idade ou mais, esse índice, que em 2014 era de 3%, atingiu 5,5% no ano passado - a menor diferença entre todas as faixas etárias.

"Houve acréscimo de idosos na força de trabalho proporcionalmente maior que a ampliação da população idosa, aumentando sua taxa de participação, mas sem reflexo em seu nível de ocupação", justifica o instituto, em nota.

Sexo

Segundo os dados do IBGE, a taxa de desocupação entre os sexos foi mais acentuada entre as trabalhadoras alagoanas, que saiu de 9,5% em 2014, para 20% em 2017. Entre os homens, esse índice saltou de 8,1% para 15,2% no período. Por raça, a taxa de desocupação entre os trabalhadores brancos saltou de 8,7% para 15,2%, e de 10% para 17,7% entre os trabalhadores pretos e pardos.
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