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Teca Nelma cobra explicações sobre contratos da coleta de lixo em Maceió e questiona prioridade da Prefeitura
A vereadora Teca Nelma cobrou explicações da Prefeitura de Maceió, durante sessão realizada na última terça-feira, 19, na Câmara Municipal, ao questionar sobre a situação contratual das empresas responsáveis pela coleta de lixo na capital alagoana.
A parlamentar afirmou ter recebido denúncias encaminhadas ao seu gabinete apontando possíveis irregularidades envolvendo os contratos firmados com as empresas responsáveis pela limpeza urbana.
Segundo ela, as empresas Viambiental e Naturalle, que atuam na coleta e limpeza urbana da cidade, estariam operando por meio de contratos emergenciais e sem processo licitatório regular.
A vereadora também levantou suspeitas relacionadas ao pagamento pelos serviços prestados. Segundo ela, denúncias apontam que repasses financeiros que deveriam ser realizados pela Prefeitura às empresas estariam em atraso.
A preocupação ganhou força após moradores de diferentes bairros relatarem acúmulo de lixo em vias públicas nos últimos dias. Registros em fotos e vídeos mostram resíduos acumulados em regiões como o bairro do Jacintinho e outras localidades da capital alagoana.
“A cidade está tomada de lixo, causando transtornos e afetando a saúde das pessoas, e a situação precisa ser resolvida urgentemente”, declarou Teca Nelma ao cobrar uma solução imediata para o problema.
A parlamentar também criticou aquilo que classificou como contradição administrativa por parte da gestão municipal. Durante o discurso, ela comparou a situação da coleta urbana com os investimentos anunciados para as festividades juninas.
“Uma cidade que anunciou um festival milionário de São João tem dinheiro para pagar uma coleta de lixo”, afirmou, em referência à divulgação antecipada da programação oficial do São João de Maceió, anunciada por Rodrigo Cunha.
A situação ganhou ainda mais repercussão após a paralisação realizada na última sexta-feira, 15, por garis e margaridas, mobilizados em defesa da aprovação do Projeto de Lei 4146/2020, que trata da regulamentação da profissão e propõe a criação de um piso salarial nacional para a categoria.
Diante das críticas, a Autarquia Municipal de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana informou, por meio de nota oficial, que a coleta domiciliar segue funcionando com 100% do efetivo das empresas contratadas e que salários e benefícios dos trabalhadores estariam sendo pagos regularmente.
O órgão reconheceu, no entanto, que algumas regiões da cidade registraram atrasos pontuais nos últimos dias. Segundo a autarquia, a situação ocorreu devido a ajustes operacionais e readequações logísticas promovidas pelas empresas prestadoras do serviço.
A Alurb informou ainda que equipes seguem mobilizadas para normalizar o cronograma de coleta o mais rapidamente possível e destacou que mantém fiscalização permanente sobre a operação.
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