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41% das empresas planejam substituir cargos com IA - Veja como isso impacta a sua empresa

Por Júnior Rodrigues | Gerente de Contas ASTI Marketing 07/07/2025 07h07 - Atualizado em 07/07/2025 07h07
Por Júnior Rodrigues | Gerente de Contas ASTI Marketing 07/07/2025 07h07 Atualizado em 07/07/2025 07h07
41% das empresas planejam substituir cargos com IA - Veja como isso impacta a sua empresa
41% das empresas no mundo afirmam que pretendem substituir cargos com IA nos próximos anos. - Foto: Divulgação

Nos últimos meses, uma pergunta tem rondado as conversas entre profissionais e empresários: a inteligência artificial vai mesmo substituir os empregos humanos? Um dado recente acendeu ainda mais essa discussão: 41% das empresas no mundo afirmam que pretendem substituir cargos com IA nos próximos anos. Alarmante? Talvez. Mas especialistas dizem: não é o apocalipse.

O que os números realmente revelam


Segundo o Relatório do Futuro do Trabalho de 2025, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, quase metade dos empregadores nos Estados Unidos (48%) pretende reduzir equipes com a adoção da IA. No Brasil e em outros países, a média global gira em torno de 41%. Ao mesmo tempo, empresas já vêm utilizando a IA para substituir tarefas humanas, como revela uma pesquisa da Universidade Duke: 37% dos CFOs já adotam IA em seus processos e 54% planejam ampliar o uso no próximo ano. Entre as grandes corporações, o número é ainda mais expressivo: 76%.

Menos demissões, mais transformações


Apesar da percepção de que estamos à beira de uma crise de empregos, especialistas explicam que o impacto será menos abrupto e mais estratégico. Para Till Leopold, autor do estudo e chefe de Trabalho, Salários e Criação de Empregos do Fórum Econômico Mundial, o cenário é de evolução profissional e não de extinção de cargos.

“Os empregos como conhecemos hoje não existirão da mesma forma daqui a cinco anos. Eles evoluirão.”

Ou seja, funções repetitivas tendem a ser automatizadas, mas surgirão novas demandas que exigem habilidades humanas, como criatividade, liderança, empatia, análise crítica e adaptação a novas tecnologias.

IA como aliada na eficiência, não inimiga do emprego


John Graham, professor de finanças da Universidade Duke, complementa que no curto prazo, a IA atuará principalmente para evitar novas contratações e preencher lacunas operacionais, e não para provocar demissões em massa.

Na prática, isso significa que a inteligência artificial não vai roubar seu emprego, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. A diferença está na capacidade de adaptação, quem estiver disposto a aprender e evoluir, encontrará novas oportunidades num mercado em plena transformação.

Fonte: Exame

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