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Pai de vereador João Catunda teria pago R$ 550 mil para construir casa de ex- assessor de Lira
As investigações da Polícia Federal (PF) sobre a operação Hefeste, envolvendo superfaturamento e lavagem de dinheiro na compra de kits de robótica em cidades alagoanas apontou que Edmundo Catunda, sócio da Megalic, empresa responsável pela venda dos kits às prefeituras, teria bancado a construção da casa de Luciano Cavalcante.
Luciano Cavalcante é presidente do União Brasil Alagoas e era assessor de Arthur Lira na Câmara Federal. Ele foi exonerado do Gabinete do parlamentar em Brasília na última sexta-feira, 02, após a deflagração da Operação Hefesto.
Edmundo Catunda é pai do vereador por Maceió João Catunda (PP). Conforme o Jornal Folha de São Paulo, Edmundo teria pago R$ 550 mil para a empresa que construiu a residência no famoso condomínio Laguna, a casa em questão é de Luciano Cavalcante.
Os repasses à Construtora EMG foram realizados em 2020, na exata época em que a Megalic conseguiu os contratos com as Prefeituras investigadas na operação. A empresa, que não produz nada de robótica, comprava cada kit por R$ 2.700 de uma empresa paulista e os vendia por R$ 14 mil cada kit para as Prefeituras de Alagoas.
A PF apura se essas transferências para construção da casa estão inclusas no esquema de desvio da verba pública.
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