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Polícia

Publicado Sexta-Feira, 14/09/2018 08:21 | Atualizado Sexta-Feira, 14/09/2018 08:32

Por: Redação com Gazetaweb.com

Polícia vai indiciar funcionário do Hospital Universitário por estupro de paciente

Em depoimento prestado na Delegacia da Mulher, suspeito negou o crime; vítima relatou o abuso sexual que aconteceu na sala de Raio-X

Foto por: Reprodução

Hospital Universitário, na Cidade Universitária, em Maceió

A Polícia Civil (PC) vai indiciar, por estupro, um funcionário do Hospital Universitário (HU), localizado da Cidade Universitária, em Maceió, após denúncia de uma paciente da unidade. Em depoimento prestado na 2ª Delegacia da Mulher, nessa quinta-feira (13), o suspeito negou o crime.

Segundo informações colhidas pela TV Gazeta, a vítima relatou que o funcionário, cuja identidade não foi revelada, trabalha com exames de Raio-X e aproveitou a entrada da paciente para trancar a porta do local e abusar dela. "Ele pegou com as duas mãos no meu rosto e deu um beijo demorado na minha boca. Depois, ele abriu a calça, colocou o pênis pra fora e pegou minha mão esquerda para tocar no órgão dele e fazer o ato de masturbação".

Em entrevista, a chefe de Operações da Delegacia da Mulher, Zeina Oliveira, disse que o depoente negou as acusações que lhe foram feitas. "Apesar da negativa, a delegada vai indiciá-lo por estupro diante das alegações da vítima".

Tendo em vista o fato, a Corregedoria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) abriu investigação interna para apurar o caso. De acordo com a direção do HU, o afastamento ou não do suspeito vai depender do resultado dessa apuração.

"A Corregedoria vai tomar todas as providências necessárias, ouvindo as partes em um trabalho de investigação minucioso. O afastamento dele vai depender se houver algum tipo de obstrução às investigações. Embora ele não tenha sido afastado do cargo, a própria chefia e os funcionários estão conduzindo esse trabalho da melhor forma possível, e eu não recebi nenhuma reclamação. Na Ouvidoria, até este presente momento, nenhuma queixa acerca de comportamento de funcionário onde o crime teria ocorrido", explicou Regina Maria dos Santos, superintendente do HU.

A reportagem da TV Gazeta tentou falar com o suspeito por telefone, mas ele não atendeu às ligações.
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