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Oportunidades

Publicado Domingo, 08/07/2018 17:21 | Atualizado Domingo, 08/07/2018 17:29

Por: Assessoria MPE/AL

Milhares de candidatos fazem as provas para o concurso do Ministério Público Estadual

No total, foram 6.638 inscritos para concorrer ao cargo de analista; e mais 5.955 candidatos disputaram vagas para cargos técnicos 

Foto por: Assessoria MPE/AL

Mais de 12 mil candidatos fizeram hoje as provas do concurso para preenchimento de 15 vagas nos quadros do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL). As provas, que foram realizadas nos turnos da manhã e tarde, foram aplicadas sem registros de qualquer anormalidade. Após 48h do certame, o gabarito estará disponível no site da Fundação Getúlio Vargas para conferência. O concurso contou com apoio do Batalhão de Polícia Escolar (BPEsc).

No total, foram 6.638 inscritos para concorrer ao cargo de analista. Eles fizeram a prova no turno matutino. Já no vespertino, foram mais 5.955 candidatos que vão disputar a função de técnico.

A aplicação das provas teve o acompanhamento do procurador-geral de justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, e da promotora de justiças e presidente da Comissão do Concurso, Myria Ferro. “Hoje é um dia de alegria para o Ministério Público, sem dúvida alguma. Primeiro, completamos o quadro de promotores de justiça da nossa instituição, colocando um deles em cada município de Alagoas. Ou seja, 100% do estado está coberto por um membro do MP. Agora, estamos realizando o concurso público para o preenchimento de 15 vagas de analistas e técnicos das mais diferentes áreas. A meta é continuar trabalhando para fechar também esse outro quadro”, declarou o chefe do MPE/AL, demonstrando entusiasmo com a realização do certame.

A presidente da comissão do concurso também destacou a importância desse momento para o MP de Alagoas. “O concurso tem um grande significado para a nossa instituição porque os aprovados vão chegar na mesma época que os novos promotores. É uma turma que vai oxigenar o Ministério Público. E assim, teremos mais servidores na parte técnica para contribuir com o trabalho que já desenvolvemos com tanta dedicação”, afirmou Myria Ferro.

Em declaração, a coordenadora da equipe da Fundação Getúlio Vargas (FGV), instituição responsável pelo concurso, Karin Merz, comemorou o êxito do certame: “Os dois turnos do concurso ocorreram de forma tranquila e sem intercorrências. Foi um dia tranquilo”, disse.

Ainda segundo ela, para cada escola definida como local de prova, foi designada uma pessoa da FGV, além da fiscalização feita por servidores do Ministério Público.

A expectativa dos candidatos

Das 12.593 candidatos que vislumbram uma das vagas ofertadas no Ministério Público, foi possível perceber um grande percentual de concurseiros advindos de outros estados, principalmente da região Nordeste. Sendo o maior número de baianos, sergipanos e pernambucanos. Alguns até declararam que, costumeiramente, participam de concursos pelo Brasil e, sobre as provas em Alagoas neste domingo, o nível foi considerado “alto”.

Bruno Moura Souza Leão, por exemplo, é de Recife/PE, e concorre a uma das vagas de analista ministerial. Ele disse estar esperançoso. “A prova foi tranquila, somente a parte de administração achei com um grau maior de dificuldade. Mas estou confiante”, declarou o pernambucano.

Já Felipe Silva Santos Flores, que é microempresário na Paraíba, decidiu apostar na estabilidade profissional. Terminando o concurso para o Ministério Público, ele já arrumará as malas para concorrer a uma vaga na Polícia Legislativa de Brasília. “Comecei a investir nisso agora, e pretendo me dedicar, mesmo sem ter condições de passar tantas horas sobre os livros em função do meu trabalho. Hoje achei a prova difícil, principalmente as questões de Direito Penal”, contou ele.

Para o alagoano Maxwel Lopes Leite, que já é servidor da Eletrobras, não é diferente. O propósito é continuar insistindo em busca de uma melhor estabilidade. Da mesma forma que Felipe Silva, ele também se inscreveu para as duas etapas do concurso do Ministério Público, galgando uma vaga para analista, pela manhã, e para técnico, à tarde. “Sim, considero-me concurseiro, mas não estudo demasiadamente, apenas entre duas e quatro horas por dia. Sobre as provas, posso afirmar que estão fáceis, algumas poucas coisas que não estudei que complicaram a resolução de alguns quesitos”, afirmou.

Certame

O concurso do MPE/AL ficou sob a responsabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV). As provas objetivas para os cargos de níveis superior e médio foram compostas por 80 questões de múltipla escolha, numeradas sequencialmente, com cinco opções e apenas uma resposta correta. Cada questão vale 1 ponto.

Quem concorreu a uma vaga para analista teve de chegar às 7h no local das provas, que começaram a ser aplicadas às 8h. À tarde, para o cargo de técnico, os portões fecharam às 14h.

Ao todo foram disponibilizadas 15 vagas, sendo três para o cargo de técnico e as demais para analista, distribuídas nas áreas de administrador de rede, comunicação social, área jurídica, desenvolvimento de sistemas, administração/gestão pública, assistente social, administrador de banco de dados, auditor do MP, contador do MP, engenheiro civil, psicólogo, biblioteconomista. 
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