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Política

Publicado Sexta-Feira, 13/04/2018 09:12 | Atualizado Sexta-Feira, 13/04/2018 09:14

Por: Gazetaweb

Comandante da PM ameaça punir policiais que aderirem ao aquartelamento

Militares se reúnem hoje à tarde, com a Seplag, para definir rumos da Operação Padrão

Foto por: Ailton Cruz

Uma reunião na Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) vai avaliar a pauta de reivindicação dos militares, na tarde desta sexta-feira (13). A categoria cobra a isonomia com os vencimentos dos delegados da Polícia Civil e a progressão dos salários de acordo com a patente. O comandante-geral da PM ameaça punir os policiais que faltarem ao serviço.

De acordo com o coronel J Cláudio, presidente da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal), a tropa está mobilizada e se não houver acordo com o governo, a categoria ameaça aquartelamento de 24 horas. A paralisação iniciaria às 19 horas desta sexta-feira (13).

O comandante-geral da Policia Militar de Alagoas, coronel Marcos Sampaio, emitiu uma nota nessa quinta-feira (12), onde destaca que qualquer registro de falta será entendido como indisciplina por parte dos militares que aderirem ao movimento.

Confira, na íntegra, a nota divulgada pelo comandante:

"O Comandante-Geral da Polícia Militar de Alagoas, coronel Marcos Sampaio, diante das informações de um possível aquartelamento da tropa policial militar do estado, vem a público esclarecer à sociedade alagoana, que entende os anseios da tropa que buscam valorização profissional, no entanto, não vai admitir radicalização ou indisciplina por parte dos policiais militares que aderirem ao movimento.

O oficial destaca que as negociações por parte do governo nunca foram encerradas, por isso é preciso serenidade para discutir todas as questões. Que o consenso predomine e resulte na melhor solução, sem prejuízos nas atribuições constitucionais das tropas militares de proteger o cidadão alagoano e preservar a ordem pública.

Uma reunião com a presença do Governador Renan Filho e os Secretários de Segurança Pública e da Fazenda avaliará as reivindicações dos militares."
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