Indústria Moveleira gera 200 empregos diretos e indiretos em Alagoas

Por Agência Alagoas 22/06/2016 15h03 - Atualizado em 22/06/2016 18h06
Por Agência Alagoas 22/06/2016 15h03 Atualizado em 22/06/2016 18h06
Indústria Moveleira gera 200 empregos diretos e indiretos em Alagoas
Foto: Agência Alagoas
Localizada no Polo José Aprígio Vilela, a indústria de fabricação de paletes e tábuas de madeira, a Atacadista Paletes de Madeira, já é uma realidade. Apesar de a inauguração estar prevista para daqui a 90 dias, a indústria já está operando, fornecendo paletes para a Portobello e gerando 50 empregos diretos, além de 150 empregos indiretos.

André Toledo, diretor-presidente da Atacadista Paletes de Madeira, cita o Programa de Desenvolvimento integrado (Prodesin) como fundamental para a instalação da indústria.

“O Prodesin foi essencial para que pudéssemos investir no empreendimento. Importante destacar também todo o apoio da Sedetur e do Governo do Estado para que a Atacadista se tornasse uma realidade”, comentou o presidente.

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) oferece vantagens aos empresários que queiram investir em Alagoas, como por exemplo: apoio para encontrar uma localização estratégica e deferimento de ICMS são algumas delas.

OUTRAS INDÚSTRIAS


Além da Atacadista, duas outras indústrias do setor moveleiro devem se instalar no Estado – a Energy Pré-Moldados, que se encontra em obras e irá funcionar em Murici, com a geração de 150 novos postos de emprego e a Duratex, indústria de MDF e MDP, com previsão de implantação prevista para iniciar em 2017, e a geração de 860 empregos diretos.

De acordo com o economista Francisco Braga, assessor da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), a chegada das indústrias de médio e grande porte de fabricação de móveis, vindas do Sul e Sudeste, consolida a cadeia produtiva de móveis existente no Estado.

“A chegada de novas indústrias não só diversifica como agrega valor aos produtos, com destaque para o eucalipto como matéria-prima”, explicou o economista.