Professor que matou mãe em AL é transferido para manicômio
O professor universitário Fábio Augusto Antea Rotilli, 33, que confessou ter atropelado e matado a mãe no final da tarde da quarta-feira (18), em um trecho da rodovia BR-316, em Satuba, cidade da grande Maceió, foi transferido, nesta sexta-feira (20), para o Centro Psiquiátrico Judiciário (CPJ). Rotilli estava na Casa de Custódia e foi levado após ordem judicial que confirmou que ele não tem condições de ficar em um presídio comum.
De acordo com o juiz da Vara de Execuções Penais, José Braga Neto, o professor apresentou alterações de comportamento e foi levado ao Hospital Portugal Ramalho, onde foi medicado. “Uma pessoa que mata a mãe da maneira que ele falou, precisa de tratamento”, diz Braga Neto.
Ainda segundo o juiz, o professor passará por avaliações na CPJ e, se for comprovado que Rotilli não possui alterações mentais, ele será transferido para o presídio Baldomero Cavalcanti.
Entenda o caso
O professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Fábio Augusto Antea Rotilli confessou ter atropelado e matado a própria mãe, Alda Marina Antea, 60, em um trecho da rodovia BR-316, em Satuba. Ele disse que passou diversas vezes o veículo, um New Beetle preto, por cima da mãe, que estava caída na via.
De acordo com a polícia, ele contou que a relação com a mãe já vinha conturbada. “Durante a viagem, eles tiveram um desentendimento. Ele disse que, se não fizesse isso, ia se matar porque a mãe queria mantê-lo internado”, disse um dos agentes à reportagem do G1. Há suspeitas de que Rotilli estava em estado de surto.
Testemunhas contaram que a senhora desceu do carro e, enquanto passava pela frente, o professor arrancou com o veículo e a porta, que estava aberta, bateu nela. “O homem disse que estava vindo no banco do carona e ia assumir a direção. Enquanto a senhora saiu do veículo, ele acelerou e ela caiu na frente do carro com o impacto da porta. Ele aproveitou a queda e passou diversas vezes por cima do corpo em um acesso de fúria”, disse um policial.
De acordo com o juiz da Vara de Execuções Penais, José Braga Neto, o professor apresentou alterações de comportamento e foi levado ao Hospital Portugal Ramalho, onde foi medicado. “Uma pessoa que mata a mãe da maneira que ele falou, precisa de tratamento”, diz Braga Neto.
Ainda segundo o juiz, o professor passará por avaliações na CPJ e, se for comprovado que Rotilli não possui alterações mentais, ele será transferido para o presídio Baldomero Cavalcanti.
Entenda o caso
O professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Fábio Augusto Antea Rotilli confessou ter atropelado e matado a própria mãe, Alda Marina Antea, 60, em um trecho da rodovia BR-316, em Satuba. Ele disse que passou diversas vezes o veículo, um New Beetle preto, por cima da mãe, que estava caída na via.
De acordo com a polícia, ele contou que a relação com a mãe já vinha conturbada. “Durante a viagem, eles tiveram um desentendimento. Ele disse que, se não fizesse isso, ia se matar porque a mãe queria mantê-lo internado”, disse um dos agentes à reportagem do G1. Há suspeitas de que Rotilli estava em estado de surto.
Testemunhas contaram que a senhora desceu do carro e, enquanto passava pela frente, o professor arrancou com o veículo e a porta, que estava aberta, bateu nela. “O homem disse que estava vindo no banco do carona e ia assumir a direção. Enquanto a senhora saiu do veículo, ele acelerou e ela caiu na frente do carro com o impacto da porta. Ele aproveitou a queda e passou diversas vezes por cima do corpo em um acesso de fúria”, disse um policial.
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