Ufal: Servidores aceitam proposta do governo federal, mas greve continua
Os técnicos-administrativos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) referendaram a orientação da Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra), no sentido de acatar a proposta do governo federal em parcelar, em duas vezes, os 10,8% de reajuste salarial, durante assembleia geral realizada na manhã desta terça-feira (22). Contudo, a greve continua até que o acordo firmado com o movimento grevista seja assinado.
A greve que se arrasta há aproximadamente quatro meses já é considerada uma das mais longas da história, abrangendo praticamente todas as universidades e institutos federais do país. De acordo com a representante do comando local de greve, Lenilda Luna, a categoria decidiu aceitar a proposta após quase 120 dias de paralisação. Para a categoria, o percentual - apesar de não ser o defendido inicialmente - já seria capaz de minimizar as perdas dos trabalhadores.
“Não era o que queríamos, mas este percentual já nos assegura menos perdas se comparado à proposta anterior. Vamos continuar em greve até que o acordo seja assinado, com a garantia de que o nosso pleito será atendido pelo governo”, explicou Lenilda.
De acordo com o documento da Fasubra, a proposta inicial da categoria previa um reajuste de 27%. Contudo, após as negociações, ficou definido que, do total dos 10,8% acordados, 5,5% serão aplicados já em agosto de 2016, enquanto outros 5% em janeiro de 2017, e o 0,1% restante somente em janeiro do ano seguinte. O documento ainda traz uma cláusula em que o acordo será revisado em 2017.
Uma nova assembleia será realizada na próxima quinta-feira (24), com o objetivo de se debater outras questões referentes à Ufal. Já a assembleia para definição do fim da greve ainda não tem data para ocorrer. Porém, o Comando Nacional de Greve da Fasubra deve agendá-la ainda para este mês de setembro.
A greve que se arrasta há aproximadamente quatro meses já é considerada uma das mais longas da história, abrangendo praticamente todas as universidades e institutos federais do país. De acordo com a representante do comando local de greve, Lenilda Luna, a categoria decidiu aceitar a proposta após quase 120 dias de paralisação. Para a categoria, o percentual - apesar de não ser o defendido inicialmente - já seria capaz de minimizar as perdas dos trabalhadores.
“Não era o que queríamos, mas este percentual já nos assegura menos perdas se comparado à proposta anterior. Vamos continuar em greve até que o acordo seja assinado, com a garantia de que o nosso pleito será atendido pelo governo”, explicou Lenilda.
De acordo com o documento da Fasubra, a proposta inicial da categoria previa um reajuste de 27%. Contudo, após as negociações, ficou definido que, do total dos 10,8% acordados, 5,5% serão aplicados já em agosto de 2016, enquanto outros 5% em janeiro de 2017, e o 0,1% restante somente em janeiro do ano seguinte. O documento ainda traz uma cláusula em que o acordo será revisado em 2017.
Uma nova assembleia será realizada na próxima quinta-feira (24), com o objetivo de se debater outras questões referentes à Ufal. Já a assembleia para definição do fim da greve ainda não tem data para ocorrer. Porém, o Comando Nacional de Greve da Fasubra deve agendá-la ainda para este mês de setembro.
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