Há dois meses em greve, servidores da Ufal aguardam resposta do governo
Sem perspectivas de chegar ao fim, a greve dos professores e técnicos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) completa dois meses nesta terça-feira (28). De braços cruzados desde o dia 28 de maio, os docentes da entidade recusaram a proposta de reajuste do governo, de 21,3% dividido em quatro anos, e pedem 27,3%.
De acordo com a diretora-administrativa do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (Sintufal), Nadja Lopes, o movimento grevista deve se reunir em Arapiraca nesta terça-feira para discutir as pautas pertinentes à greve.
"A proposta do governo foi de 21,3% divididos em quatro anos. Não aceitamos isso; não cobre nem a inflação, que está em 9%. É uma maneira de amarrar as mãos dos servidores para que a categoria fique até o fim da década sem fazer mobilizações. Agora vamos intensificar a greve", disse Nadja.
Ainda segundo a diretora do Sintufal, não há previsão de retorno das atividades, devido ao silêncio prolongado do governo.
"A única proposta do governo foi para ajustar alguns benefícios, mas isso não contempla os aposentados, então não aceitamos. Vamos ter outra reunião, provavelmente em agosto, para continuar a negociação. Vamos completar dois meses sem nenhuma novidade quanto ao fim da greve. Iremos nos reunir com os servidores de Arapiraca para realizar um ato lá e conscientizar a sociedade", complementou Nadja.
Em Maceió, os servidores estão unificando a paralisação com os professores, que também cumprem o calendário de greve. O ato mais recente da categoria aconteceu na semana passada, no Centro de Maceió.
O movimento grevista acontece em 23 universidades do país. A pauta de reivindicações prevê a estruturação da carreira, com progressões consideradas justas pelos servidores, reajuste salarial de 27% e implantação da data-base.
De acordo com a diretora-administrativa do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (Sintufal), Nadja Lopes, o movimento grevista deve se reunir em Arapiraca nesta terça-feira para discutir as pautas pertinentes à greve.
"A proposta do governo foi de 21,3% divididos em quatro anos. Não aceitamos isso; não cobre nem a inflação, que está em 9%. É uma maneira de amarrar as mãos dos servidores para que a categoria fique até o fim da década sem fazer mobilizações. Agora vamos intensificar a greve", disse Nadja.
Ainda segundo a diretora do Sintufal, não há previsão de retorno das atividades, devido ao silêncio prolongado do governo.
"A única proposta do governo foi para ajustar alguns benefícios, mas isso não contempla os aposentados, então não aceitamos. Vamos ter outra reunião, provavelmente em agosto, para continuar a negociação. Vamos completar dois meses sem nenhuma novidade quanto ao fim da greve. Iremos nos reunir com os servidores de Arapiraca para realizar um ato lá e conscientizar a sociedade", complementou Nadja.
Em Maceió, os servidores estão unificando a paralisação com os professores, que também cumprem o calendário de greve. O ato mais recente da categoria aconteceu na semana passada, no Centro de Maceió.
O movimento grevista acontece em 23 universidades do país. A pauta de reivindicações prevê a estruturação da carreira, com progressões consideradas justas pelos servidores, reajuste salarial de 27% e implantação da data-base.
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