Conselho da Ufal discute funcionamento do Hospital Universitário
Em reunião extraordinária, realizada na segunda-feira, (29), membros do Conselho Universitário (Consuni) da Universidade Federal de Alagoas discutiram o funcionamento do Hospital Universaitário. Durante cerca de três horas e meia, comunidade acadêmica e integrantes da sociedade civil organizada fizeram uma reflexão sobre os avanços do HU e o que ainda precisa melhorar.
O tema Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) também foi levantado. O reitor Eurico Lôbo, presidente do Consuni, reafirmou a posição de adesão da universidade, chancelada pela maioria dos conselheiros, em dezembro de 2012. “O HU é e continuará sendo público, cem por cento SUS e referenciado como hospital de ensino. Não assinarei nenhum contrato, caso vá de encontro a esse princípio. Queremos garantir o direito da sociedade de assistência médico-hospitalar gratuita, principalmente a população mais carente que é paciente do hospital e precisa ter suas necessidades atendidas”, defendeu.
Eurico Lôbo disse que a Lei 12.550, que criou a Ebserh, é bem clara e garante a manutenção do atendimento gratuito de saúde à população. “Sabemos que 94 por cento da população do Estado usa e precisa do SUS e foi pensando nessa parcela que tomamos a decisão de aderir à Ebserh”, reafirmou.
O diretor-geral do HU, Paulo Teixeira, apresentou relatório de ações, respondendo às questões colocadas em documento entregue por entidades sobre a situação daquela unidade hospitalar. Ele mostrou o que foi conquistado ao longo dos 40 anos do hospital, projetos sociais e de humanização desenvolvidos e a importância da unidade para o Estado de Alagoas, e, principalmente, para a população mais carente.
Falou das conquistas em termos de estrutura física, mas confirmou que um dos grandes problemas é a falta de pessoal. “Nossa média é de 3,25 servidores por leito, mas precisaríamos que esse número subisse para cinco servidores por leito, no mínimo. Isso garantiria um melhor atendimento para quem precisa do SUS (Sistema Único de Saúde)”, esclareceu.
Teixeira explicou que algumas cirurgias foram suspensas, principalmente as neurocirurgias, por falta de profissionais. “Não temos profissionais nessa área interessados em trabalhar no HU. Sobre as cirurgias bariátricas, em breve retomaremos, mas não como gostaríamos, porque também esbarramos na carência de pessoal”, disse, respondendo às questões colocadas por conselheiros.
O diretor lembrou a autorização dada pelos ministérios públicos Federal e do Trabalho para contratação de pessoal, que vai amenizar, em parte, a carência de alguns profissionais. Em seguida, convidou todos os conselheiros para visitarem as instalações do HU. “Teremos satisfação em recebê-los, para que todos conheçam nossa estrutura. Nosso é objetivo é buscar mais melhorias e garantir o atendimento a quem precisa do HU. O processo não é fácil, mas nós vamos conseguir”, afirmou.
O tema Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) também foi levantado. O reitor Eurico Lôbo, presidente do Consuni, reafirmou a posição de adesão da universidade, chancelada pela maioria dos conselheiros, em dezembro de 2012. “O HU é e continuará sendo público, cem por cento SUS e referenciado como hospital de ensino. Não assinarei nenhum contrato, caso vá de encontro a esse princípio. Queremos garantir o direito da sociedade de assistência médico-hospitalar gratuita, principalmente a população mais carente que é paciente do hospital e precisa ter suas necessidades atendidas”, defendeu.
Eurico Lôbo disse que a Lei 12.550, que criou a Ebserh, é bem clara e garante a manutenção do atendimento gratuito de saúde à população. “Sabemos que 94 por cento da população do Estado usa e precisa do SUS e foi pensando nessa parcela que tomamos a decisão de aderir à Ebserh”, reafirmou.
O diretor-geral do HU, Paulo Teixeira, apresentou relatório de ações, respondendo às questões colocadas em documento entregue por entidades sobre a situação daquela unidade hospitalar. Ele mostrou o que foi conquistado ao longo dos 40 anos do hospital, projetos sociais e de humanização desenvolvidos e a importância da unidade para o Estado de Alagoas, e, principalmente, para a população mais carente.
Falou das conquistas em termos de estrutura física, mas confirmou que um dos grandes problemas é a falta de pessoal. “Nossa média é de 3,25 servidores por leito, mas precisaríamos que esse número subisse para cinco servidores por leito, no mínimo. Isso garantiria um melhor atendimento para quem precisa do SUS (Sistema Único de Saúde)”, esclareceu.
Teixeira explicou que algumas cirurgias foram suspensas, principalmente as neurocirurgias, por falta de profissionais. “Não temos profissionais nessa área interessados em trabalhar no HU. Sobre as cirurgias bariátricas, em breve retomaremos, mas não como gostaríamos, porque também esbarramos na carência de pessoal”, disse, respondendo às questões colocadas por conselheiros.
O diretor lembrou a autorização dada pelos ministérios públicos Federal e do Trabalho para contratação de pessoal, que vai amenizar, em parte, a carência de alguns profissionais. Em seguida, convidou todos os conselheiros para visitarem as instalações do HU. “Teremos satisfação em recebê-los, para que todos conheçam nossa estrutura. Nosso é objetivo é buscar mais melhorias e garantir o atendimento a quem precisa do HU. O processo não é fácil, mas nós vamos conseguir”, afirmou.
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